Ato público realizado na tarde da sexta (16), na Praça Fausto Cardoso em Aracaju, os professores de Aracaju queimaram o prefeito Edvaldo Nogueira, intitulado “Judas da Educação”. Com muita irreverência, foi realizada a leitura do testamento onde Edvaldo revela as diversas maldades realizadas contra a educação aracajuana: não paga o piso salarial, destrói o plano de carreira do magistério, esvazia a gestão democrática das escolas, abandona as escolas municipais as baratas, ratos e moscas e tenta esganar a população, afirmando que a educação aracajuana está uma maravilha.
O prefeito Edvaldo Nogueira não está pagando o piso salarial aos professores, desde 2009, e realiza uma política de destruição do Plano de Carreira. Edvaldo acabou com a progressão vertical dos professores, isto é, a valorização salarial pela formação acadêmica. Isto está acontecendo devido a concessão de reajustes diferenciados para os professores de formação em nível médio em relação aos professores de formação em nível superior, pós-graduados, mestrados e doutorados.
A gestão municipal acabou, também, com a paridade na progressão horizontal dos professores concedendo percentuais diferenciados. Para os professores que estão no início de carreira o percentual é maior daqueles que estão no fim da carreira, desvalorizando quem deu a vida pela educação municipal.
A queimação do “Judas da educação” simboliza bem o sofrimento dos professores de Aracaju contra as maldades de Edvaldo Nogueira, o prefeito que dá calote nos professores.
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