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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Entenda como o prefeito Edvaldo Nogueira está destruindo o Plano de Carreira dos Professores

A luta pelo Piso Salarial Nacional dos professores vem desde Brasil Império como instrumento para corrigir as desigualdades salariais, entre os professores, existentes no país. A idéia de Piso remonta a necessidade de garantir condições salariais digna aos atuais professores para o exercício qualificado da profissão de educador.

No discurso tudo está perfeito, mas na prática o que passa os professores com a Prefeitura de Aracaju que vem negando o pagamento do Piso é lamentável. O prefeito Edvaldo Nogueira inventou uma forma de driblar a lei do Piso Salarial e não pagar o piso para todos. Essa atitude do prefeito visa continuar a política de desvalorização salarial para os professores do município de Aracaju.

O prefeito de Aracaju Edvaldo Nogueira introduziu uma nova interpretação para dizer que paga piso. Edvaldo construir uma idéia que os professores que tem direito a piso salarial são apenas aqueles com formação em Nível Médio. Já os outros educadores com formação em nível superior, especialização, mestrado e doutorado não tem direito algum de receber piso. O problema dessa suposta revisão do piso é que, em breve, os professores, independente da formação, terão os mesmos salários.

Com essa proposta, o Plano de Carreira dos professores é destruído, já que é destruído naquilo que é central: valorização pela formação. Como nosso principal instrumento de trabalho é o conhecimento, somos valorizados na lei pela formação intelectual. Essa postura do Prefeito de Aracaju destrói o Plano de Carreira dos professores.

Essa política de achatamento do Plano de Carreira é extremamente nociva para o futuro da categoria. Mantendo essa política de Edvaldo em conceder revisão diferenciada para os professores resultará, no futuro, no fim da carreira.

A carreira dos professores está estruturada em duas vertentes que estão sendo destruídas por Edvaldo: a valorização pelo tempo de serviço e a valorização pela formação.

1.       A valorização pelo tempo de serviço foi destruída em 2009 quando o prefeito Edvaldo acabou com a paridade nos percentuais de uma letra para outra. Hoje os professores em início de carreira têm uma diferença de letra de 4,5% e chega no final da carreira com uma diferença de letra de 3%. Portanto, quanto mais tempo o professor trabalhar mais prejudicado ele será pela prefeitura. Antes dessa ação diabólica de Edvaldo a diferença de letra era de 6% para todos os professores independente do tempo de serviço na rede municipal de Aracaju.
2.       A valorização pela formação está sendo destruída aos poucos, a cada ano, por Edvaldo. Na medida que ele concede reajuste diferenciados para os professores de nível médio e os demais professores de nível superior, pós-graduados, mestrados e doutorados têm revisão menor acaba com os percentuais existentes no Plano de Carreira de diferença entre um nível e outro que deveriam valorizar mais aqueles professores que têm maior formação acadêmica.

Ai está o pacote de maldades do prefeito Edvaldo Nogueira contra os professores e a educação pública municipal. Os maiores prejudicados são os professores que estão tendo seus direitos destruídos.

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